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CONCÓRDIA

Prefeitura segue analisando projeto que prevê horário livre
Administração municipal não tem data para enviar projeto à Câmara.


Por Luan de Bortoli
Em 11/08/2017 - 07h56 - Atualizada em 11/08/2017 - 09:50



Ainda não há data definida para que o projeto que trata do horário livre do comércio de Concórdia aos fins de semana vá para a Câmara de Vereadores para que seja aprovado ou recusado. Conforme informações da prefeitura, a proposta permanece da administração municipal, onde passa por diversas análises, além de reuniões entre as partes interessadas.

No dia 21 de julho, o Sindilojas - que é o sindicato patronal - e o grupo de empresários interessados na liberdade de horário protocolaram na prefeitura documento que consta a proposta para a alteração nos horários. O prefeito de Concórdia, Rogério Pacheco, não tem pressa em enviar o projeto uma vez que pretende analisar minuciosamente, dentro de todas as esferas necessárias, os prós e contras da ideia. Só depois desta ampla avaliação é que a proposta será votada na Câmara.

Várias reuniões estão sendo realizadas no executivo. Conforme a prefeitura, alguns encontros já ocorreram, inclusive com representantes da ACIC e CDL, este último nesta semana. O assunto horário do comércio não era o único das pautas, mas, invariavelmente, se tornavam assuntos discutidos. Já a reunião com o Sindicato dos Comerciários, que é contra a proposta, ainda não aconteceu, embora a prefeitura confirmou o recebimento do pedido para um encontro formal.

Polêmico, o assunto voltou à tona no mês de maio. O Sindilojas e um grupo de empresários começaram as discussões nos bastidores. Eles defendem que o município perde para outras cidades que já liberam os horários aos fins de semana. O grupo tem apoio de entidades como a CDL, e tem pressa que o projeto vá para a Câmara de Vereadores, onde, segundo o Sindilojas, poderá ser aprovado por cerca de nove votos.

Atualmente, Concórdia tem uma legislação que determina horários não flexíveis para a abertura do comércio aos fins de semana. Pela lei municipal, exceto em sábados D, quando as lojas abrem o dia todo, os estabelecimentos apenas têm permissão para funcionar no período da manhã. A lei não atinge os supermercados. Pela proposta do comércio livre, cada loja definiria o horário que funcionaria, dando maior liberdade para o empresário.



01 COMENTÁRIO - Deixe também o seu Comentário



GILSON EDUARDO PRAVATO comentou em 11/08/2017 as 09:40:16


DEIXA O COMÉRCIO TRABALHAR.

VAMOS FECHAR OS SINDICATOS...... MAS FACHAR PARA SEMPRE......


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